31 de Agosto de 2006
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A Vontade de Poder de certas mulheres é assustadora. Eu disse mesmo poder no sentido Nietzschiano do termo e do psicanalista Jung.

Não me admiro de alguns homens não aguentarem e terem de ser violentos para tentarem anular a violência das companheiras.

Recentemente passaram nas televisões pelo menos dois anúncios que chamavam a atenção para a violência absolutamente gratuita das mulheres.

Um chamava-se “As mulheres tal como elas são” e anunciava, salvo erro telemóveis, e por tudo e por nada havia um homem a ser esbofeteado por uma mulher. O outro já não me lembro mas apresentava também uma acção violenta envolvendo mulheres ou raparigas.

Num noticiário, outra situação tratava de mulheres em acções de combate nas forças armadas, a propósito do aumento de elementos femininos no exército e o jornalista inquiria uma senhora, com funções de comando, sobre as condições de combate em que entrariam mulheres e a senhora como que se lamentava: - não nos dão mais acções de combate porque acham que nós (referia-se às mulheres) somos muito agressivas e têm medo que nos entusiasmemos demais…

Será que a violência deve ser combatida só contra as mulheres ou devemos combater toda e qualquer forma de violência? Exerça-se ela contra quem quer que seja?
publicado por MaiaCarvalho às 19:46

Um Bairro Social exclusivamente para ciganos? Este exclusivamente faz-me pele de galinha... Então os guetos não são uma invenção nazi? Porque vai a Câmara construir um gueto? Os ciganos estavam mal num bairro de barracas construído em leito de cheias mas vão ficar melhor? Em termos de conforto doméstico certamente mas socialmente? Não continuam descriminados? E em leito de cheia?

Mentalmente lembro os bairros sociais de Lisboa dos anos 40 e 50 e mais tarde os de 70 em diante...
No tempo em que a Previdência Social tinha dinheiro, (fazia crescer o dinheiro das nossas contribuições através do rendimento dos seus fundos com gestão própria e carteiras de títulos em Bancos) havia o cuidado de nos bairros sociais – Bairro do Arco do Cego; Bairro da Encarnação, Bairro de Alvalade, lembro estes mas há mais, havia fogos para os beneficiários dessas Caixas e fogos (lado a lado) para desalojados de barracas ou de casas demolidas.

Depois também em Lisboa começaram-se a fazer os tais Bairros para classes desfavorecidas e tem sido o que se tem visto: do 6 de Maio à Cova da Moura ou à Azinhaga dos Besouros. (de passagem refiram-se os acontecimentos em bairros sociais dos subúrbios de Paris). É isso que queremos em Pombal?

Deixo também a informação que, esses bairros dos anos 50, tinham fiscalização policial, posto médico, creche, jardim-de-infância e escola, além de gabinete de Assistência Social provido de vários técnicos profissionais e auxiliares.
Quando iniciei a minha vida profissional fui provido numa dessas escolas com a obrigação de residir no bairro e colaborar com os serviços sociais para melhoria da qualidade de vida dos habitantes.

Deixem os ciganos alugar casas onde as possam pagar, aqueles que podem, e, aos outros, arranjem casas decentes mas não impeçam outros cidadãos, também com necessidades, de habitarem os bairros sociais.

Só assim convivendo uns com os outros podemos conseguir algum progresso social.

Livro-me de comparar ditadura com democracia, (por causa das épocas a que me refiro) estou só a por lado a lado incompetência e bom-senso.
publicado por MaiaCarvalho às 12:21

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