17 de Julho de 2006
A política internacional está muito gira!

Se uns civis, com bombas artesanais, limpam o sebo a uns quantos passantes que não têm nada a ver com o assunto - são terroristas.
Se uns militares usarem misseis e outro material de querra para bombardear as casas dos civis - é contra-terrorismo!

Isto percebe-se?
publicado por MaiaCarvalho às 19:59

TU:
ola que grande fdp que temos aqui
é que não tem outro nome que é que tem a ver Narciso Mota com o conflito no médio oriente e além disso deixa de plagiar textos dos outros
sacaninha armado em extrema direita
19 de Julho de 2006 às 18:52

Inconsequente, caro Watson!
19 de Julho de 2006 às 09:02

Israel defende-se atacando o Líbano. Quer se queira ou não, é uma guerra em que um país alegadamente soberano está sobre ataque de outro, uma vez que o Governo Libanês tem a presença daquelas mentes iluminadas do Hezbollah. Israel já disse que é para durar e no Líbano, o pouco que estava a ser reconstruído e o periclitante equilíbrio de forças vai por água abaixo, voltando o espectro da guerra civil declarada. Israel está a defender-se atacando, o que se compreende. Mas o Hezbollah não é uma realidade unicamente libanesa, sendo financiada por sírios e iranianos. E a Síria que tem usado o Líbano como a sua Muroroa particular, ainda está de fora (directamente) deste conflito. Percebo que se queiram isolar grupos terroristas e os governos que os apoiem, mas também me parece que no caso do Líbano, isso implica implodir com o próprio país. A implosão deveria era ser centrada nos financiadores do Hezbollah, a Síria, onde consta que Assad filho anda sob gelo fino, e o Irão, subitamente fora do olho do furacão, mas sempre com aquela vontade de se tornar notado. Esta guerra pode ser a antecâmara de outra bem mais global, um bocado como os conflitos na 1ª década do séc XX nos Balcãs foram "apenas" o prelúdio da I Guerra Mundial.
Se por um lado, compreendo a necessidade de defesa de Israel, custa-me a compreender que o Líbano, um refém do Hezbollah (como li algures) e de outros governos, sofra o grosso da fúria israelita. Acções preventivas por acções preventivas, se a comunidade internacional quisesse (e pudesse) actuar mesmo, "selava" a sério a fronteira entre Israel e o Líbano e superintendia a construção de instituições estatais que evitassem que um país ficasse na mão de fanáticos que não se importam com a destruição do seu próprio (para aqueles que
18 de Julho de 2006 às 14:13

Vindo do senhor é natural tal estupidez, não foi por acaso que o senhor presidente Narciso Mota o mandou “passear”.

Como diz, os Judeus estão a retaliar a uma ofensa, e estão a faze-lo da melhor maneira, outra atitude os muçulmanos queimam-nos vivos, Israel tem de mostrar força.

O que é incrível é como ninguém fala do facto de um país como o líbano permitir no seu território uma organização terrorista, era como se a ETA espanhola tivesse bases no nosso território.
18 de Julho de 2006 às 14:04

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