11 de Junho de 2011
Abelhas libando flores de tília.

 

 

E o perfume doce e perturbador do meio-dia sob as tílias não perturba o labor das abelhas!

 

 

publicado por MaiaCarvalho às 23:18

23 de Maio de 2011
publicado por MaiaCarvalho às 19:08

16 de Maio de 2011

 

 

Que pássaro será este?

 

 

Bonito é de certeza... 

 

Ontem, por estradas antigas e ditas secundárias, fui até TOMAR. De Pombal fui por Abiúl até encontrar um caminho que vinha de Ansião, onde nasce o rio, e pouco antes da Freixianda fui seguindo, até encontar a Fábrica do Papel do  Prado, já a poucos quilómetros de Tomar...

 

 

publicado por MaiaCarvalho às 07:37

13 de Maio de 2011

 

 

Palácio de Alcáçovas

 

 

Fui ao Hospital de Beja visitar uma colega de escola que está doente. Mas nem tudo foram tristezas. No caminho encontrei em Viana, caracóis e cerveja fresca, e em Alcáçovas, o palácio real onde foi assinado o primeiro tratado de partilha mundial de territórios com o Reino de Castela.

 

 

 

 

 

 

 

publicado por MaiaCarvalho às 09:46

31 de Março de 2011

 

 

 

 

Ontem fomos a Mira visitar e almoçar com o sr. padre Jerónimo, antigo arcipreste de Pombal. Estivemos na praia e almoçámos  no Restaurante Luso-Brasileiro. O Sol da Graça pagou o almoço, eu assumi as despesas da viagem. A Júlia do Sol e a minha Ana também foram. Fotografei o interior da Igreja Matriz. Quando lá fomos, da outra vez, estava em obras de restauração. Os andaimes ocupavam todo o corpo da igreja mas mesmo assim, o prior,  nunca deixou de celebrar lá, a eucaristia dominical.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Desta vez fotografei os belíssimos azulejos que forram as paredes com todas as cenas das Estações da Via Sacra. 

Os azulejos foram retocados um por um, cuidadosamente, com os restauradores a afinarem no local, e por comparação directa, as tonalidades de azul a aplicar. A talha dourada também foi, na altura, criteriosamente restaurada.

´

Foi uma obra cara para o pagamento da qual os paroquianos contribuiram. Os visitantes, enquanto duraram as obras, também foram convidados a participar nos custos, comprando lembranças alusivas a S. Tomé, o orago da Paróquia.

 

publicado por MaiaCarvalho às 19:53

30 de Outubro de 2010

Castelo de Pombal, construção dos finais do século XII, remodelado no século XV, destruído no século XIX, reconstruído no século XX, embelezado ( ? ) no século XXI. Há um faraó em Pombal que está a vedar o castelo com uma muralha de 3 milhões de euros. A portagem é cá em baixo, certamente junto ao Mercado dos Agricultores. O Palácio da Portagem está quase concluído... E só eu, em Pombal, para perguntar para que serve tanta ostentação?  Ainda haverá em Portugal autoridade cultural Estatal para evitar que autarquias insanas cometam tamanhos disparates?

publicado por MaiaCarvalho às 23:36

01 de Agosto de 2010

 

Para quem não saiba o Bairro Agorrreta está integrado no perímetro urbano da cidade. Mas para a nossa Câmara, embora tenha os Serviços Técnicos aqui na rua ao lado, este bairro é nos subúrbios, não merece nenhuma atenção especial, antes pelo contrário, em algumas épocas do ano (festivas de preferência) parece o caixote do lixo da cidade de Pombal.

publicado por MaiaCarvalho às 14:31

20 de Fevereiro de 2010


À esquerda a capela de 1687 (a prometida pelo Conde) e à direita a igreja de 1950.

 

Pombal, 13H30. Hoje, tirei-me dos meus cuidados, meti-me no carro, saí da cidade de Pombal, rumei a Albergaria dos Doze, subi pelo Vale das Éguas, entre a linha do caminho de ferro e o campo de futebol do Arcuda, passei ao lado do túnel, deixei o concelho de Pombal e desci, ladeando o Vale das Antas, já no concelho de Ourém, para a Pederneira. Transpus o viaduto sobre o caminho de ferro outra vez, deixei o Valongo e entrei no Estreito. Ao cimo da ladeira encontrei duas igrejas. Uma pequena ao lado direito e outra maior do lado esquerdo da estrada, no cume da povoação.

Parei próximo da mais pequena, do lado direito da estrada e entrei na venda-taberna quase defronte do templo. Estavam vários homens sentados a uma mesa grande rectangular, conversando diante de pratos já vazios e de copos meio cheios. Cumprimentei-os e disse-lhes ao que ia: visitar a santa que tinha protegido o Conde de Castelo Melhor quando ele por ali tinha passado a caminho de Pombal, perseguido pelos esbirros de D. Pedro II e da adúltera e incestuosa D. Maria Francisca Isabel de Saboia.

Aqueles homens do povo mostraram-se dignos herdeiros do sangue do lavrador, um tal «Botinhas», que acolheu o conde naquele triste Outono de 1667. Que simpatia, que solicitude!

O dono da casa levantou-se, enquanto, quase em coro, todos me disseram que sim senhor, que a capela era aquela ali em frente, dirigiu-se a uma prateleira da loja, tirou de lá um pequeno livrinho que me deu. Foi-me informando que a capela estava certamente fechada mas que tinha muito gosto em me emprestar uma chave para eu visitar a imagem. Quis pagar o livrito mas ele disse-me que, se quisesse pagar alguma coisa, deixasse uma pequena esmola no mealheiro da capela.

Quando fui devolver a chave disse-lhes que a capela era muito asadinha e que a imagem era muito bonita e acrescentei que era de Pombal, onde tinha nascido e sido Senhor dela o Conde de Castelo Melhor. Disse-me que eu tinha ar de padre, se não teria andado no seminário. Disse-lhe que não, mas que na minha infância e juventude tinha lidado com muitos e até ajudado à missa. Que era professor reformado e que tinha dado aulas durante 20 anos na Escola Primária de Pombal, que toda a família da minha mãe era do concelho de Ourém, da freguesia de Espite mas que eu tinha optado definitivamente por Pombal. Falámos de mais umas bagatelas e eu quis fazer despesa. Pedi uma água para mim e um sumo para a minha mulher. Mandou que a sua esposa nos atendesse e quando perguntei quanto devia disse-me, a senhora, que não era nada. Protestei, que não podia ser, que aquela era a vida deles e fui-lhe dizendo que nos tempos que vão correndo ter uma porta aberta é muito dispendioso e como não me dizia quanto era deixava-lhe dois euros para a despeja que, graciosamente, só aceitava a atenção e o carinho com que nos tinham recebido e facultado o acesso à capela.

No meu outro blogue contarei a história da Santa e o que se conta da passagem do Castelo Melhor, pelo Estreito, disfarçado de pedinte ou de trabalhador rural. Farei também o paralelo com a promessa que originou o Convento de Santo António no Cardal.

 

publicado por MaiaCarvalho às 21:42

14 de Dezembro de 2009

 

O tempo está calmo, há uma aragem agradável que sussurra na rama das árvores. De vez em quando passam barquitos ronronando os motores.

Pela relva, nas sombras do arvoredo e até à língua de areia antes das águas traquilas do rio, há muitos casais novos com os seus bebés e filhotes. Ela foi pela margem até Albarquel, a maré esta vazia. Espero aqui. A água do Estuário do Sado brilha num azul espelhado que não é azul nem prata mas os dois, um turquesa leitoso de cristas pequeninas transparentes.

Estou em repouso como se a estiagem me paralizasse o cérebro, não penso, apenas divago ao sabor do tempo que não sinto correr. Os barquitos passam, os motoes que não ronronam, zunem como abelhas ou moscas em enxames. Vem o sol, A sombra foi rolando, ocupava a mesa toda, agora está toda lá fora...

 

publicado por MaiaCarvalho às 09:24

13 de Dezembro de 2009

 

Esplanada do Café Arco-Iris, Praça Marquês de Pombal. Ao lado o famoso “snack” “Comi Cala”. Caracóis e cerveja. Não é por certo o melhor que Setúbal tem mas é uma boa razão para cá vir. Ontem visitámos a Sé, a Igreja de Nossa Senhora da Graça. Setúbal é  uma diocese recente, é celebérimo o seu primeiro bispo a quem todos os reaças e outros, talvez não tanto, chamam “Bispo Vermelho”. Para a mentalidade portuguesa, quem se interessa pelos desafortunados da vida ou do trabalho é certamente comuna. Assim, até eu teria orgulho se me chamassem comunista.

 

publicado por MaiaCarvalho às 23:18

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